Trauma e urgência

Trauma no quadril exige avaliação no lugar certo.

Fraturas do fêmur proximal, da pelve e do acetábulo podem ocorrer em contextos muito diferentes. Quando o trauma é recente ou há perda importante de função, a prioridade é o atendimento imediato.

Informação para pacientes e famílias

Fraturas próximas ao quadril não são todas iguais.

Depois de garantir o atendimento adequado, compreender o tipo de fratura e as próximas etapas ajuda a família a participar da conversa.

Primeiro passo

Na suspeita de fratura, segurança vem antes do agendamento.

Uma pessoa que não consegue apoiar o membro ou caminhar depois de uma queda precisa de avaliação em serviço de urgência. Mesmo quando ainda é possível dar alguns passos, dor importante ou piora após trauma merece atenção adequada.

Evite deslocamentos desnecessários e não tente resolver uma situação aguda por mensagem. O serviço de urgência poderá examinar, controlar sintomas, solicitar imagens e definir os próximos cuidados.

Próximo à articulação

Fraturas do fêmur proximal.

São fraturas na parte superior do fêmur, próxima ao quadril. Podem ocorrer em pessoas idosas após uma queda, mas também aparecem em outros contextos de trauma. O impacto sobre mobilidade, saúde geral e independência torna necessária uma avaliação coordenada.

Avaliação da pessoa

Saúde geral e condições associadas

Estado clínico, medicamentos, função anterior e riscos individuais fazem parte do planejamento.

Avaliação da fratura

Localização e características

O tipo de fratura e os exames ajudam a equipe a comparar as opções de tratamento adequadas àquela situação.

Pelve e encaixe do quadril

Fraturas da pelve e do acetábulo.

A pelve forma uma estrutura em anel; o acetábulo é a região que recebe a cabeça do fêmur. Lesões nessas áreas variam muito em mecanismo, estabilidade e impacto sobre a articulação.

Algumas ocorrem em traumas de maior energia; outras podem aparecer após quedas, especialmente quando a qualidade óssea está reduzida. O tratamento depende das características da fratura e do estado clínico da pessoa. O nome da lesão, sem contexto, não determina a conduta.

Cuidado coordenado

O que costuma ser organizado no hospital.

01

Avaliação inicial

Exame, controle de sintomas e investigação do trauma e das condições clínicas.

02

Imagens adequadas

Radiografias e, quando indicadas, outras imagens ajudam a caracterizar a fratura.

03

Planejamento

Ortopedia, anestesia e outras equipes podem participar conforme a necessidade.

04

Mobilidade e alta

O plano inclui segurança para mobilização, prevenção de complicações e rede de apoio.

Tratamento

A conduta depende da fratura e da pessoa.

Tratamentos cirúrgicos e não cirúrgicos podem ser considerados conforme tipo e estabilidade da fratura, articulação envolvida, condições clínicas, função anterior e riscos. A decisão precisa explicar benefícios possíveis, limites, alternativas e incertezas.

Continuidade

Alta não encerra o cuidado.

Mobilidade, apoio para caminhar, medicamentos, cuidados com a ferida quando houver procedimento, prevenção de novas quedas e reabilitação seguem orientações específicas. Prazos e restrições variam conforme a fratura e o tratamento.

Ver recursos para pacientes e familiares

Após a fase aguda

Acompanhamento após uma fratura.

Depois do atendimento inicial, o consultório é um espaço para avaliação e acompanhamento. Situações urgentes precisam de atendimento imediato.

Clínica CORE · Belo Horizonte

A equipe da Clínica CORE pode informar disponibilidade e orientar o agendamento de uma avaliação em Belo Horizonte.

WhatsApp da Clínica CORE(31) 97116-4038
ClínicaClínica CORE

O WhatsApp da clínica não atende urgências. Quando houver necessidade imediata, procure um serviço de urgência.