Prótese total do quadril

A decisão sobre a prótese começa pela sua vida.

Quando a dor e a perda de mobilidade afetam a rotina, a prótese pode entrar na conversa. Antes dela vêm o diagnóstico, as alternativas, os riscos, as prioridades e o contexto de cada pessoa.

Ilustração de uma mulher sentada junto à janela, com um livro no colo, pernas descruzadas e ambos os pés apoiados no chão.

Conheça o procedimento

Prótese total do quadril: da indicação à recuperação.

Entenda o que a cirurgia envolve e como se organizam avaliação, preparo e acompanhamento.

A articulação e o implante

O que é uma prótese total do quadril?

A prótese total do quadril, também chamada artroplastia total, substitui as superfícies danificadas da articulação por componentes artificiais. Ela envolve a cabeça do fêmur, na parte superior do osso da coxa, e o encaixe na bacia, chamado acetábulo.

A cirurgia busca reduzir a dor de origem articular e melhorar a função. O resultado depende também das condições de saúde, dos músculos e da recuperação de cada pessoa. A escolha dos componentes e do planejamento cirúrgico é individual.

Ponto de partida

Quando uma avaliação cirúrgica pode fazer sentido.

Para caminhar

O que mudou nos seus trajetos?

Nas pequenas tarefas

Calçar-se ficou mais difícil?

Na hora de descansar

Como têm sido suas noites?

Dor persistente, limitação para caminhar, calçar-se, dormir ou realizar atividades importantes podem justificar uma avaliação mais aprofundada, sobretudo quando já houve tentativa de tratamento e o impacto na vida continua relevante.

Isso não significa que toda pessoa com artrose precise operar. A consulta procura confirmar a origem dos sintomas, compreender o que já foi feito e comparar caminhos possíveis para aquela situação.

Possibilidades e limites

O que considerar sobre a cirurgia.

A indicação depende da avaliação do quadril, da saúde geral e dos tratamentos já realizados. É importante distinguir a dor que vem da articulação de outras causas que podem continuar precisando de cuidado.

Infecção, trombose, deslocamento da articulação e desgaste dos componentes estão entre os riscos discutidos no planejamento. A recuperação exige acompanhamento; a cirurgia não garante ausência de dor nem retorno a toda atividade.

Dependendo do diagnóstico e da fase do problema, o plano pode envolver medidas não cirúrgicas, adaptação de atividades, reabilitação e controle de sintomas. Quando a cirurgia é considerada, a comparação deve incluir o que ela pode oferecer, seus limites e os riscos particulares daquela pessoa.

Cirurgia individualizada

Como a cirurgia é planejada para cada pessoa

Quando a cirurgia é indicada, o planejamento é individualizado: considera as características do seu quadril, sua saúde, sua rotina e o que é importante para você.

O exame físico e as imagens ajudam a avaliar a articulação e as condições do osso. Essas informações orientam o planejamento e a escolha dos componentes da prótese. Cirurgias anteriores e outras condições de saúde também entram nessa avaliação.

Conversamos sobre as possibilidades e os limites da cirurgia, o preparo necessário e a organização da recuperação. O apoio disponível em casa e as atividades que você deseja retomar fazem parte dessa conversa.

Guia do Quadril

Um roteiro para participar da decisão.

Cena ilustrativa de um paciente conversando com um médico, que o escuta à mesa.

Cena ilustrativa de consulta.

No Guia, você encontra perguntas para discutir as alternativas, dizer o que espera do tratamento e registrar o que foi combinado. É uma leitura que pode ser salva ou compartilhada com quem acompanha você.

Ler o roteiro de decisão no Guia

Antes do procedimento

Preparar a saúde, a família e a rotina.

Ilustração em aquarela de duas mulheres de gerações diferentes conversando sobre um caderno à mesa.

Se a cirurgia for indicada

Se a cirurgia for indicada, o preparo não se resume a exames. A equipe pode orientar avaliação da saúde geral, revisão de medicamentos, organização da casa, transporte, apoio de familiares e planejamento da reabilitação.

Preparar paciente e família

Quando um procedimento é indicado, o preparo também envolve saúde geral, rotina, casa e rede de apoio.

Coordenar cirurgia e hospital

Equipe, comunicação e processos fazem parte da segurança assistencial durante a internação.

Continuidade do cuidado

Hospital, alta e acompanhamento fazem parte do mesmo plano.

A organização hospitalar envolve cirurgia, anestesia, controle clínico, mobilização e critérios seguros para a alta. O tempo e as necessidades de cada etapa variam conforme o procedimento, a saúde geral e a evolução de cada pessoa.

Depois da alta, retornos, cuidados com a ferida, uso de medicamentos, reabilitação e progressão das atividades seguem o plano definido pela equipe. Dúvidas ou sintomas inesperados devem ser comunicados pelos canais indicados no momento da alta.

Já tem uma prótese e precisa de nova avaliação?

Próximo passo

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Clínica CORE · Belo Horizonte

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